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EFEITOS DE SENTIDO SOBRE DANIEL DANTAS EM FOTOS E CARTUNS

  

Jonathan Raphael Bertassi da Silva[1]

Francis Lampoglia[2]

Lucília Maria Sousa Romão[3]

Soraya Maria Romano Pacífico[4]

 

 

 

Introdução

 

"Do inferno dos pobres é feito o percurso dos ricos."

Victor Hugo

 

 

O norte deste artigo consiste na interpretação de fotografias veiculadas no site do jornal Brasil de Fato e um cartum de Angeli publicado no jornal Folha de S. Paulo, todos datados de 2008 e envolvendo de alguma forma a memória sobre Daniel Valente Dantas, banqueiro baiano acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, fraude fiscal e tentativa de suborno, tendo sido encarcerado durante a operação Satiagraha – concebida pela Polícia Federal Brasileira para investigar o desvio de verbas públicas – mas solto algumas horas depois pelo Ministro Gilmar Mendes. Recentemente, por determinação do juiz Fausto Martin de Sanctis, Dantas foi condenado a dez anos de prisão em regime fechado, sob o veredicto de tentativa de suborno a agentes federais.

Para realizar as análises, mobilizamos a teoria da Análise do Discurso de filiação francesa (PÊCHEUX, 1997), para evidenciar os sentidos que circulam em fotografias e cartuns sobre impunidade. Além disso, nosso embasamento teórico também abarca referenciais sobre o cartum e a fotografia, além dos postulados de Mikhail Bakhtin (1997) sobre dialogismo, para assim tecer análises mais ricas e atentas às diferentes materialidades não-verbais aqui estudadas. Como um dos conceitos mais relevantes para este artigo é o de memória discursiva, um de nossos recortes precede o encarceramento de Dantas deflagrado na Operação Satiagraha, de modo a revelar o pré-construído que faz falar sentidos de impunidade presente no cartum e em posteriores fotografias.

            Já interpretamos o fio do discurso inscrito em fotografias e cartuns sobre outro tema em trabalho precedente (LAMPOGLIA; SILVA; ROMÃO, 2009a), além de mais um trabalho com análise de três cartuns (LAMPOGLIA; SILVA; ROMÃO, 2009b). Este artigo pretende fechar a série, a qual buscou a interpretação do discurso não-verbal cujos efeitos de sentido são de ruptura com a mídia dominante, calcada nos pressupostos teóricos da AD francesa. Em comum com o primeiro artigo, neste temos o interesse de rastrear a articulação da formação discursiva entre foto e cartum; simultaneamente, com o segundo trabalho elaborado temos em convergência o enfoque na memória e no interdiscurso.

           

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[1] Aluno do curso de Graduação em Ciências da Informação e da Documentação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Bolsista de Iniciação Científica FAPESP (06/60566-4).

[2] Aluna do curso de Graduação em Ciências da Informação e da Documentação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

[3] Profa. Dra. do curso de Graduação em Ciências da Informação e da Documentação e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Bolsista CNPQ.

[4] [4] Profa. Dra. do curso de Graduação em Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

 

 

 

 

 

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